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Afastar-se do caminho da hipocrisia e do mal

Comentário do dia
Epístola dita de Barnabé (c. 130)

Há duas vias para o ensino e para a acção: a da luz e a das trevas. A distância entre estas duas vias é grande. […] A via das trevas é tortuosa e semeada de maldições. É o caminho da morte e do castigo eterno e nele se encontra tudo quanto pode arruinar uma vida: idolatria, arrogância, orgulho do poder, hipocrisia, duplicidade de coração, adultério, assassínio, roubo, vaidade, desobediência, fraude, malícia […], cupidez, desprezo de Deus. Por aí vão os que perseguem as pessoas de bem, os inimigos da verdade […], os que são indiferentes à viúva e ao órfão […], os que não dão atenção ao indigente e esmagam o oprimido. […]

Por isso, é justo instruir-se acerca das vontades do Senhor e caminhar de acordo com delas. O que assim agir será glorificado no Reino de Deus. Mas todo aquele que escolher o outro caminho morrerá com as suas obras. É por isso que há uma ressurreição e uma retribuição. A vós, portanto, dirijo um pedido: se estais rodeados de pessoas a quem fazer o bem, não deixeis de o fazer.


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O homem da décima primeira hora: “Os últimos serão os primeiros”

São João Crisostomo

Que fez, pois, o ladrão para receber em herança o paraíso, logo a seguir à cruz? […] Enquanto Pedro negava Cristo, o ladrão, do alto da cruz, dava testemunho Dele. Não digo isto para denegrir Pedro; digo-o para pôr em evidência a grandeza de alma do ladrão. […] Aquele ladrão, enquanto toda a populaça se mantinha à sua volta, acusando, vociferando, cobrindo-os de blasfêmias e de sarcasmos, não lhes deu a menor importância. Nem sequer teve em conta o estado miserável da crucifixão que se erguia diante dele. Lançou sobre tudo isso um olhar cheio de fé. […] Virou-se para o Senhor dos céus e, entregando-se a Ele, disse: “Lembra-te de mim, Senhor, quando fores para o teu Reino” (Lc 23, 42). Não menosprezemos o exemplo do ladrão nem tenhamos vergonha de o tomarmos como mestre, a ele que nosso Senhor não desdenhou de fazer entrar no paraíso em primeiro lugar. […]

Ele não lhe disse, como fizera a Pedro: “Vem, segue-Me e farei de ti um pescador de homens” (Mt 4, 19). Também não lhe disse, como aos Doze: “Sentar-vos-eis sobre doze tronos para julgar as doze tribos de Israel” (Mt 19, 28). Não o agraciou com nenhum título; não lhe mostrou qualquer milagre. O ladrão não O viu ressuscitar dentre os mortos, nem expulsar demônios; não viu o mar obedecer-Lhe. Cristo não lhe disse nada acerca do Reino, nem da geena. E, contudo, deu testemunho dEle diante de todos e recebeu o Reino em herança..

 

São João Crisóstomo (c. 345-407), Arcebispo  de Constantinopla,
Homilia para Sexta-feira Santa «A Cruz e o ladrão»
(a partir da trad. Année en fêtes, Migne 2000, p. 277)
Fonte: 
Evangelho Cotidiano


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Hoje, festa da Transfiguração do Senhor

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A cena da transfiguração de Jesus acontece na viagem de Jesus a Jerusalém, onde seria preso, condenado à morte e crucificado. A viagem começa em Cesareia de Filipe, no extremo norte da tetrarquia de Herodes Filipe, onde Jesus faz uma pergunta crucial aos discípulos sobre sua pessoa e missão: “Quem as pessoas dizem que eu sou?”. “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro, em nome seu e dos discípulos confessa Jesus como o Cristo, o Messias tão esperado pelo povo. Pedro, certamente, pensava num Cristo, descendente do grande rei Davi, portanto, um Messias rei, que haveria de expulsar os dominadores romanos, instaurar um reino de justiça e reformar a religião judaica. Por isso pôs-se a repreender a Jesus quando ele começava a ensinar aos discípulos como seria a sua missão como Messias: “O filho do homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e pelos escribas, que devia ser morto e ressuscitar depois de três dias”. Jesus, porém, olhando para os discípulos, repreendeu a Pedro e chamou-o de Satanás, porque tentava desviá-lo da missão que o Pai lhe deu: “Tu não tens senso para as coisas de Deus, mas para as dos homens”.

Na sequência vem um convite de Jesus dirigido a quem deseja segui-lo a renunciar a si mesmo, tomar a sua cruz, a por em risco a própria vida para salvá-la. E a viagem de Jesus rumo a Jerusalém continua, Jesus na frente, seguido pelos discípulos. De modo que “seis dias depois” chegam aos pés de um “monte alto e afastado”. Jesus gostava de lugares assim para rezar, para estar a sós com o Pai do Céu. Mas desta vez leva consigo três dos discípulos mais achegados: Pedro, Tiago e João. No passado, Moisés foi convidado a subir sozinho o monte Sinai, a fim de receber de Deus a Lei. Agora Jesus convida alguns discípulos para o acompanharem. Eles não sabiam o que ia acontecer. Mas Jesus os estava convidando a mergulhar com ele no mistério de seu Pai. Quis assim levantar um pouquinho o véu que encobria o mistério de sua identidade e de sua missão como Messias.

Marcos é sóbrio ao descrever a transfiguração, chamando a atenção apenas à extraordinária brancura das vestes de Jesus. Mais importante é o que diz sobre as figuras que aparecem em companhia de Jesus: “Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus”.

Moisés, depois de libertar o povo do Egito, foi convidado por Deus a subir ao monte Sinai (Horeb). Foi envolvido pela nuvem que encobria o monte Sinai. Mergulhou no mistério de Deus durante quarenta dias e quarenta noites. Ouviu tudo o que Deus queria comunicar ao povo e pôs por escrito nas duas tábuas da Lei. Moisés estava acostumado a se encontrar com Deus e vivia na sua intimidade. Quando voltava para junto do povo depois destes encontros com Deus, ficava com o rosto marcado com um brilho extraordinário. Por isso, ocultava o rosto com um véu. Sobre Moisés o próprio Deus falou assim: “Ele é um homem de confiança em toda a minha casa. Com ele falo face a face, às claras e não por figuras; ele contempla o semblante do Senhor” (Nm 12,7-8).

Elias é o profeta que recebe mensagens de Deus e as comunica aos reis e às pessoas. É o profeta que teve um encontro especial com Deus no monte Horeb, o monte em que Deus havia revelado os dez mandamentos a Moisés. Elias e os profetas são pessoas que têm uma intimidade particular com Deus. São pessoas que intercedem junto a Deus em favor do povo e recebem diretamente de Deus as palavras que devem comunicar ao povo em seu nome. São pessoas que mergulham no mistério de Deus.

Estes dois personagens estão conversando com Jesus, assim como estavam acostumados a conversar com Deus. Jesus, para nós cristãos, é o Filho de Deus. Portanto, estão conversando com o Filho de Deus. Certamente, gostaríamos também nós de entrar nesta conversa ou de saber qual era o assunto sobre que conversavam. Marcos não nos revela o assunto da conversa, mas Lucas diz que “falavam de sua morte, que teria lugar em Jerusalém”. A cena era tão bonita que os discípulos até esqueceram o detalhe da morte da qual Jesus lhes falava e que o esperava em Jerusalém. Levado pelo entusiasmo, mas também pelo temor diante da visão sagrada, Pedro propõe a Jesus: “Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Foi só Pedro dizer isso, esquecendo o destino trágico do Mestre em Jerusalém, e a maravilhosa visão sumiu, encoberta por uma nuvem de sombra. O véu do mistério que envolvia a Jesus foi erguido apenas um pouquinho, mas logo tudo se recolhe ao mistério da nuvem. E desta nuvem ressoou uma voz, explicando o que acabavam de ver: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” Jesus era o filho amado, querido de Deus, apesar da morte que o aguardava em Jerusalém. Mas seu destino final não seria o da morte e sim da glória da ressurreição. Aos discípulos, a todos nós, cabe escutar, ouvir bem os ensinamentos e explicações que o próprio Jesus está dando sobre sua missão e sobre a missão de cada cristão: que o Filho do Homem vai ser rejeitado pelos chefes religiosos, vai ser morto, mas ao terceiro dia vai ressuscitar; que o discípulo deve tomar a cruz todos os dias e segui-lo; que para ganhar a vida é preciso saber perdê-la por causa de Jesus e do Evangelho. Assim como os judeus escutam as palavras de Moisés e dos Profetas, agora os discípulos de Jesus devem também escutar e seguir as palavras e ensinamentos de Jesus. Para entender o que se passa no mistério da nuvem, símbolo do mistério de Deus, é necessário agora ouvir com fé os ensinamentos do próprio Jesus. É destes ensinamentos ouvidos e praticados no dia a dia da vida cristã é que vai brotando e se aprofundando o conhecimento de Jesus Cristo.

Terminada a visão, ao descerem da montanha, Jesus proíbe de falar aos outros, o que acabaram de ver e ouvir. “Até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos”. Diz o texto que eles obedeceram a ordem, mas entre si se perguntavam o que significaria “ressuscitar dos mortos”. Era difícil entender que Jesus como o Messias, confessado por Pedro e esperado por todo o povo, como o descendente real de Davi, não tomaria o poder em Jerusalém, como imaginavam. Mais difícil ainda era compreender que Jesus, após sofrer a morte, haveria de ressuscitar; que para ganhar a vida era necessário perdê-la. Era cedo demais para entender tudo isso. Somente seria possível uma compreensão mais exata da pessoa e da missão de Jesus depois de sua morte e ressurreição, e da experiência de sua presença viva na fé da comunidade pós-pascal. Era preciso escutar o que o próprio Jesus estava dizendo aos discípulos e diria, no futuro, no seio das comunidades cristãs que anunciavam e viviam a sua boa nova.

Frei Ludovico Garmus, OFM (*)

* Frei Ludovico Garmus, oFM, é doutor em Exegese Bíblica, atualmente leciona Exegese III: Pentateuco, Exegese IV: Livros Histórico, Exegese V: Livros Proféticos, Exegese VI: Livros Sapienciais na Faculdade de Teologia – ITF.


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Santoral Franciscano: 17 de julho – Santa Maria Magdalena Postel

Santa Maria Magdalena Postel

 

Virgem da Terceira Ordem (1756-1846). Fundadora das Irmãs das Escolas Cristãs da Misericórdia. Canonizada por Pio XI no dia 24 de maio de 1926.

No dia 28 de novembro de 1758, nasceu a filha primogênita do casal Postel, camponeses de uma rica fazenda em Barfleur, na Normandia, França. A criança foi batizada com o nome de Júlia Francisca Catarina, tendo como padrinho aquele rico proprietário.

Júlia Postel teve os estudos patrocinados pelo padrinho, que, como seus pais, queria que seguisse a vida religiosa. Ela foi aluna interna do colégio da Abadia Real das Irmãs Beneditinas, em Volognes, onde se formou professora. No início, não pensou na vida religiosa, sua preocupação era com a grande quantidade de jovens que, devido à pobreza, estavam condenadas à ignorância e à inferioridade social.

De volta à sua aldeia natal, Júlia Postel, com determinação e dificuldade, criou uma escola onde lecionava e catequizava crianças, jovens e adultos abandonados à ignorância, até do próprio clero da época, que desconhecia a palavra “pastoral”. Era solicitada sempre pelos mais infelizes: pobres, órfãos, enfermos, idosos, viúvas, que a viam como uma mãe zelosa, protetora, que não os abandonava, sempre cheia de fé em Cristo. Aos ricos pedia ajuda financeira e, quando não tinha o suficiente, ia pedir esmolas, pois a escola e as obras não podiam parar.

A Revolução Francesa chegou arrasadora, em 1789, declarando guerra e ódio ao trono e à Igreja, dispersando o clero e reduzindo tudo a ruínas. Júlia Postel fechou a escola, mas, a pedido do bispo, escondeu em sua casa os livros sagrados e o Santíssimo Sacramento e foi autorizada a ministrar a comunhão nos casos urgentes. Organizou missas clandestinas e instruiu grupos de catequistas para depois da Revolução. Sua vocação religiosa estava clara.

No dia 13 de fevereiro de 1798 se faz terceira franciscana. Não muda muito sua vida ascética; de São Francisco de Assis aprende a generosidade e o amor a Deus e aos irmãos, o fervor na oração e no apostolado.

A paz com a Igreja foi restabelecida em 1802. Juntamente com duas colegas e a ajuda do padre Cabart, Júlia Postel fundou a Congregação das Filhas da Misericórdia, em Cherbourg. Ao proferir seus votos, escolheu o nome de Maria Madalena. A princípio, a formação das religiosas ficou voltada para o ensino escolar e foi baseada nos mesmos princípios dos irmãos das escolas cristãs, já que na época era grande essa necessidade. Essas religiosas, aos poucos, foram se espalhando por todo o território francês. Depois, a pedido de Roma, a formação foi mudada, passando a servir como enfermeiras.

Em 1832, madre Maria Madalena, junto com suas irmãs, estabeleceu-se nas ruínas da antiga Abadia Beneditina de Saint-Sauveur-le-Vicomte. Foi reconstruída com dificuldade e tornou-se a Casa-mãe da congregação. Madre Maria Madalena Postel morreu com noventa anos de idade, em 16 de julho de 1846. A fama de sua santidade logo se espalhou pelo mundo cristão.

Foi beatificada em 1908, e depois canonizada pelo papa Pio XI, em 1926. Está sepultada em Saint-Sauveur-le-Vicomte. A sua festa acontece no dia 17 de julho e a sua obra, hoje, chama-se Congregação das Irmãs de Santa Maria Madalena Postel.

Fonte: “Santos franciscanos para cada dia”, Edizioni Porziuncola.

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Nossa Senhora do Carmo – 16 de julho

Nossa-Senhora-do-Carmo

Nossa Senhora do Carmo

Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Virgem Mãe de Deus: é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: “O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”.

Carmelo (em hebraico, “carmo” significa vinha; e “elo” significa senhor; portanto, “Vinha do Senhor”): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi pré-figurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf. I Rs 18,20-45).

Estes profetas foram “participantes” da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos, chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe: “Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno”.

Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: “Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo – e ainda – escapulário não é ‘carta-branca’ para pecar; é uma ‘lembrança’ para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte”.

Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe.

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

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